A História do Origami

Alguns estudiosos do Origami afirmam que o hábito de dobrar papéis é tão antigo quanto a existência da primeira folha de papel obtida na China

É, no entanto, difícil afirmar uma época exata de quando tudo teria começado, já que a arte era transmitida através da tradição oral de geração em geração. Como nenhum desenho tinha sido registrado em livros até então, somente as dobraduras mais simples eram mantidas.

 

Diagramas

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Nível Básico
avião coelho
coração kabuto

camisa pinguim

 

Nível Intermediário
tsuru escorpião sapo porta-retrato pakupaku abóbora

 

Nível Avançado
rosa de kawasaki

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Neste início, as figuras de papel tinham basicamente fins religiosos. O material também era caro e luxuoso, restringindo-se à nobreza. Os samurais teriam trocado presentes na forma conhecida como “noshi”, que seria um papel dobrado com uma fatia de peixe seco ou carne. Isto era considerado um símbolo de boa-ventura. Os nobres teriam celebrado casamentos envolvendo copos de licor de arroz em formas de borboletas que seriam dobradas para representar o noivo e a noiva.

Há poucas evidências antes de 1600, no Oriente. Apenas em 1797, foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata), contendo o primeiro conjunto de instruções para dobrar um pássaro sagrado do Japão. Deste período, há também o Chushingura Orikata, que foi impresso numa grande folha de papel dobrada, ensinando passo a passo dobraduras baseadas na peça teatral japonesa Kanadehon Chunshigura. Estas duas publicações são o marco divisório do Origami em duas correntes: aqueles feitos apenas de dobras, praticamente sem cortes, e os mais complexos e que geralmente envolviam muitos cortes.

 

A partir de 1876, então, a população começou a aprimorar a arte do Origami. A confecção de modelos de papel chegou ao seu apogeu máximo na era Vitoriana, quando os fabricantes encontraram uma forma de produzir papel em massa.

Há poucas evidências antes de 1600, no Oriente. Apenas em 1797, foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata), contendo o primeiro conjunto de instruções para dobrar um pássaro sagrado do Japão. Deste período, há também o Chushingura Orikata, que foi impresso numa grande folha de papel dobrada, ensinando passo a passo dobraduras baseadas na peça teatral japonesa Kanadehon Chunshigura. Estas duas publicações são o marco divisório do Origami em duas correntes: aqueles feitos apenas de dobras, praticamente sem cortes, e os mais complexos e que geralmente envolviam muitos cortes.

 

 

 

A palavra “Origami” foi cunhada em 1880 a partir das palavras

“ori” (dobrar) e “kami” (papel).

Antes disto, essa arte era conhecida como “Orikata”

 

Enquanto isso, no Ocidente, a prática também era desenvolvida. Apesar de menos avançada e mais esporádica, aparentemente a arte não é menos antiga. A dobradura em si começou com dobras em tecido no Egito e em Bizâncio. Há modelos do período helenístico que parecem ser os mais antigos já encontrados no mundo.

Não é para menos que foram os mouros, no Norte da África é que também desenvolveram esta prática. Como a religião dos mouros proibia a criação de qualquer figura simbólica, as dobraduras em papel eram usadas por apenas para estudar a Geometria presente nas formas e nas dobras. A dobragem do papel foi levada para a Espanha na seqüência da invasão árabe no século VIII.

Em torno de 1700, os europeus costumavam fazer dobraduras em forma de leques, registrando-se um livro de autor desconhecido sobre o assunto - Hocus Pocus. Também era prática comum, os estudantes da Universidade de Pádua visitarem seus professores e deixarem seu cartão de visita com a ponta dobrada, o que significava respeito - um dos princípios do Origami. Com as rotas comerciais marítimas, da Espanha espalhar-se-ia para o continente Americano.